Decisões

Nossa vida se desenrola numa série de encruzilhadas diante das quais precisamos fazer opções. Aí é que aparece este impulso de autodeterminação pessoal chamado liberdade. Nele pode estar toda a nossa grandeza, se acertarmos, ou a nossa miséria, se errarmos.

Seus fracassos e decepções estão todos no passado. Eles nada têm a ver com o que você deseja conquistar a partir de hoje. Só o homem que chegou ao ponto mais alto da árvore da vida é capaz de decidir.

Você começa cada dia como uma folha em branco. Cada momento é uma oportunidade de começar a transformar seus sonhos em realidade. O que já passou não importa mais. Sim, o passado trouxe você até aqui. Mas agora seu caminho se divide em infinitas direções e você pode escolher qual delas deve seguir.

Aprenda com o passado e deixe-o para trás. Desejar que tivesse sido diferente é perda de tempo e energia.
Continuar convivendo com as limitações do passado é desperdiçar o enorme potencial da sua vida. Seu passado não define quem você é ou o que você pode conquistar. Quem decide isso é você!

 

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Terremotos

Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que e/ou se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei:
-‘Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos’.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.

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Muitas vezes temos em nossa vida ‘terremotos’ avassaladores, o que fazer?
Exatamente o que disse o General:
‘Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos’.
E o que isso quer dizer para a nossa vida?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado.
É preciso ‘sepultar’ o passado.
Colocá-lo debaixo da terra.
Isso significa ‘esquecer’ o passado.
Enterrar os mortos.
Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente.
Cuidar do que ficou vivo.
Cuidar do que sobrou.
Cuidar do que realmente existe.
Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.
Fechar os portos significa não deixar as ‘portas’ abertas para que novos problemas possam surgir ou ‘vir de fora’ enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida.
Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.
É assim que a história nos ensina.
Por isso a história é ‘a mestra da vida’.
Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça:
enterre os mortos,
cuide dos vivos
e feche os portos.

Mostre-se!

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A maior parte das suas dores acontece porque você
esconde alguns sentimentos.

Quando você sente medo, seja lá do que for, os outros podem saber, sim. Não é vergonhoso sentir medo: ele é só um sinal de auto proteção.

Quando você sente raiva, expresse-a!
Ela é um sentimento tão natural quanto a afeição.
Se você pode dizer a alguém que o quer bem, por que não pode dizer-lhe que sente raiva também?

Se no seu coração existem mágoas, lave-o!
Fale sobre elas com quem magoou você.
Não deixe que elas corroam sua alma e seu espírito.
Muitas vezes a pessoa nem sabe o quanto magoou e, se você lhe disser, talvez vocês tenham a chance de, em conjunto, esclarecer algo pequeno que pareceu tão grande.

Se é ressentimento o que sente, por que esconde-lo? O ressentimento, depois de expressado, fica mais leve para quem o sente e, um dia, desaparece.
Quando menos esperar você notará que veio o perdão em seu lugar.

Se há depressão, há outros caminhos diferentes da opção pelo isolamento. Escolha ouvidos amigos, fale e abra-se para ouvir as respostas, sejam elas quais forem.

Mesmo que venham palavras pouco agradáveis de ouvir, elas podem ser o gancho para trazer-lhe de volta a alegria de viver, a capacidade para enxergar que nem tudo são trevas.

Amigo não é só aquele que lhe empresta o ombro para chorar: muito mais amigo é aquele que traz o tapa que desperta, que o faz acordar para a Vida.

Não há ninguém neste mundo que nunca foi ferido, magoado, machucado. E também não há quem não conheça a alegria de retornar ao porto da felicidade.
Você será entendido e compreendido.

Esteja você como estiver, não se esconda!
Mostre-se! Todo sentimento tem seu próprio e real valor.

Maneiras de ser Feliz


Viver plenamente não é tão difícil quanto parece.

Que a vida é cheia de altos e baixos, todo mundo sabe. E, para provar a felicidade é necessário experimentar também, até certo ponto, outras emoções – inclusive raiva e tristeza – quase todos os dias. O ideal que se deve buscar é aceitar o que se tem e quem se é, aproveitar a vida sempre que possível e sentir-se feliz a maior parte do tempo.

Digo a maior parte do tempo porque ninguém é capaz de ser feliz o tempo inteiro. A vida não funciona assim. A felicidade tem de ser conquistada, cultivada e valorizada.

Eis algumas reflexões para nos lembrar de como é bom viver:

1. Mude sua forma de pensar:
Viva cada dia como se fosse o último. As pessoas que sobreviveram a uma doença terminal ou a um acidente, testemunharam uma tragédia ou perderam um ente querido costumam ter outra visão da vida. Muitas dizem que não deixam mais nada para depois. Viajam agora, aprendem algo novo agora, procuram um amigo agora. Elas sabem – e todos nós deveríamos nos lembrar disso – que o “depois” pode jamais chegar.

2. Mantenha um diário:
Escreva uma lista de tudo de bom que acontece diariamente a você. Qual foi mesmo aquela frase bonita que sua filha lhe disse outro dia? Você vai esquecer, a não ser que a escreva. Os problemas também podem ser resolvidos e os infortúnios apagados da memória se você os colocar no papel. Experimente – funciona!

3. Não supervalorize os fatos:
Pense em como gostaria de ser lembrado e no que contará a seus netos sobre sua vida. É mesmo tão importante assim que os lençóis sejam trocados toda semana? Que o chão esteja impecavelmente limpo? Aquela reunião, no ano passado, que fez com que você perdesse a apresentação do seu filho na escola, parece mesmo importante agora?

4. Não se aborreça por pouco:
Não vale a pena desperdiçar energia irritando-se por qualquer besteira. Perdeu o ônibus? Não adianta se exasperar, ele já se foi mesmo. Saboreie um cafezinho enquanto espera o próximo.

5. Não adie as tarefas:
Resolva logo as desagradáveis ou difíceis. A demora desperdiça energia e sobrecarrega a mente. Se você está preocupado com algo que tem de ser feito, já deveria estar fazendo.

6. Mude a rotina:
A vida pode começar a cair na mesmice se você fizer tudo igual, dia após dia, semana após semana. Crie novos interesses, novas atividades. Se você costuma dormir até mais tarde aos domingos, isso não é mais novidade. Por que não levantar cedo e tomar café no parque? Você vai chegar antes de todos e, quando a multidão começar a aparecer, você já vai estar a caminho de casa. O dia parecerá muito mais longo.

7. Esqueça a competição:
Seu vizinho tem uma piscina? O som mais moderno? Um carro novo? E daí? Olhe bem. Ele trabalha nos fins de semana e parece jamais ver os amigos. Quem tem uma vida de fato melhor?

8. Faça uma limpeza geral:
Livre-se de tudo que for inútil. Roupas que você não usa mais, utensílios que vivem atravancando o armário e não são utilizados, brinquedos, livros, mobília – dê tudo para as instituições de caridade.

9. Aprenda a dizer não:
Você não é obrigado a fazer tudo que lhe pedem. Sua vida já é muito atribulada e você vive correndo de um lado para o outro. Reserve algum tempo e espaço para pensar e fazer algo por você mesmo.

10. Ame seu parceiro pelo que ele é:
Será que ele ou ela mudou tanto assim? Ou será que é a mesma pessoa pela qual você se apaixonou? O relacionamento pode estar necessitando de um ajuste – tudo precisa de conserto ou manutenção após alguns anos de funcionamento -, mas as peças ainda têm de estar em bom estado!

11. Não deixe que a intimidade gere desrespeito:
O parceiro e a família merecem, no mínimo, a mesma consideração que os amigos. E você merece o mesmo deles.

12. Diga “eu te amo” :
Diga esta frase ao seu cônjuge, à família e aos amigos. Diga o que admira em cada um deles. Cumprimente-os quando fizerem algo de bom. Elogios são sempre bem-vindos e, antes que você se dê conta, pode receber um elogio também. Nunca se sabe…

13. Sobre estar sempre disponível 
Pode parecer difícil, mas se os problemas dos seus amigos aflitos estão começando a afetá-lo, você não deveria se colocar à disposição o tempo todo. Eles precisam também enfrentar os próprios problemas e seguir em frente.

14. Telefone ou escreva para os amigos:
Vocês perderam o contato, mas não precisa ser para sempre. E há quanto tempo você não fala com aquela sua tia querida? Ela adoraria ter notícias suas.

15. Alegre-se com plantas:
Colha flores do jardim ou levante cedo, vá ao mercado e encha a casa com toneladas de flores, frutas e verduras. Elas enchem a casa de vida e energia.

16. Crie algo:
Pinte, faça escultura, cozinhe, plante – escolha!

17. Faça uma caminhada:
Esse exercício suave vai renová-lo física e mentalmente desde a primeira vez. Caminhe com regularidade e vai se sentir melhor a cada dia.

18. Tenha sempre um objetivo:
Faça reservas para um fim de semana, combine uma noitada, marque uma sessão de massagem.

19. Torne mais feliz o dia de alguém:
Pode parecer piegas, mas por que não? Comece freando o impulso de buzinar para o motorista à sua frente. Ou pratique uma boa ação, cedendo um pouco do seu tempo para um trabalho voluntário.

20. Sorria:
O sorriso é contagiante – experimente e comprove!

Me divorciei

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Sim…. há muito tempo me divorciei da amargura, da tristeza, da inveja e do egoísmo, dos rancores, das caras feias, de pensar mal dos outros, das classificações grosseiras e baratas dos seres humanos; me divorciei da solidão, da ignorância espiritual, da hipocrisia, da falta de sensibilidade.

Me divorciei da mediocridade, da arrogância e da petulância, dos atropelos, de pensar que sou melhor que os demais; me divorciei de todo o negativismo que possa privar-me de ser uma persona feliz e honesta comigo mesmo.

Me divorciei da angústia e do stress produzidos por buscar a aprovação dos demais, por impressioná-los com a forma de me vestir, de onde vivo, pelo meu carro, pelos lugares que frequento, como decoro a minha casa. No faço alarde a respeito de coisas pequenas, nem grandes. Faço minhas próprias escolhas, sendo dono de mim mesmo, sem deixar-me governar pela sociedade e por aquilo que vão dizer.

Este divórcio me serviu para aceitar-me como sou, com meu físico e minha maneira de ser. Aceito também as coisas que me rodeiam, sem queixar-me por elas: o clima, o barulho, as pessoas ingratas, queixosas, fofoqueiras… Procuro não frequentá-las muito, para que não me desestabilizem. Tudo faz parte do mundo natural e o aceito como uma criança que vê tudo e não se ofende.

Me divorciei do sentimento de culpa e de toda a ansiedade que surgem quando, nos momentos presentes, me imobilizam por fatos que aconteceram no passado. Reconheço que cometi erros e cuidarei de não voltar a repetí-los .

Me divorciei de lamentar-me pelo que passou e também me esforço para não fazer os outros se sentirem culpados. Assim me desliguei de minha pobre imagem e descobri que é melhor APRENDER com o passado do que QUEIXAR-ME daquilo que já aconteceu.

Assim, estou solteiro desses maus sentimentos e estou casado com a felicidade, à qual prometo ser fiel pelo resto de meus dias.

É bom ser feliz e viver esperando o novo dia com expectativas, de criar sonhos para logo despertar e começar a realizá- los, encontrar muitos amigos que estão por todos os lugares, esperando que cheguemos e digamos algo bom. Sou feliz de poder fazer a diferença mesmo à distância.

Saber que com minhas palavras posso fazer alguém se sentir bem, que posso estender a mão e ajudar sem fazer muita pompa… Simplesmente sou feliz de estar vivo e poder escrever esta mensagem.

E saber que, por meio da web, poderei viajar sem necessidade de uma passagem de avião, de barco ou de trem, que envio meu afeto com mais rapidez e que não vou pagar por excesso de bagagem. Sou muito feliz quando abro meu e-mail e leio as histórias de meus amigos, me sinto feliz porque, ao enviar-me uma mensagem, se lembraram que existo e, com isso, me dão um sinal de sua amizade.

Me encho de alegria poder sentir esta agradável sensação por coisas tão triviais ou banais para algumas pessoas… e tão especiais para mim.

Psicoterapia não é coisa de maluco

(Mônica Raouf)

cabeça e coração

– Onde dói?
– Aqui no coração.
Mais uma consulta. Mais pedidos de exames.Aquele já era o terceiro médico. Até ali tudo normal. O que tinha, afinal, aquele jovem coração sofredor?
O velho pediatra, o cardiologista da família, o tio neurologista, a prima otorrino. Todos foram consultados. O que um neuro e uma otorrino têm a ver com coração? Não implique! Na hora do desespero você também deve sair perguntando a todo mundo. Não pergunta?
Eco, exame de esforço, eletro: normal. O que dói? Dói a alma. Almas doem pelo corpo. Mas,tímidas, não aparecem em fotos. Não tiram selfie. Não se mostram nem nos exames mais sofisticados e coloridos. Não fazem exposição da figura. Dores da alma doem no corpo como ferida aberta e sem casca. É por onde elas saem. Cada um tem seu órgão de choque. Há quem sinta o mundo com a barriga. Outros têm enxaquecas terríveis, azia, insônia, perdas de apetite.

De dores cada um tem uma mala cheia. A gente disfarça ou não. Desabafa com o amigo ou se cala em culpas e vergonhas. No medo de murchar, não desabrocho. No medo de perder, não amo. Medo de desagradar e não ser mais querido, engulo sapos.
Vou colecionando afetos como panela de pressão com defeito. Nada sai. Até que um dia a gente explode. Quem parecia tão calmo, um dia explode em raiva, pranto e angústia. Não era calmo? Não, não era.
O casal chega no consultório. A moça muito amuada, me olha desconfiada. O marido começa a falar.
– Ela anda triste. Não consegue mais cuidar nem dela mesma. Chora muito. Às vezes parece que chora à toa, sem motivo. Falei para ela vir aqui procurar uma ajuda. Ela se ofendeu comigo. Disse que não é doida.
A moça, ofendida, quase pulou do sofá.
– E não sou mesmo, viu, doutora? Não sou doida. Não vou ficar aqui. Não vou fazer essas coisas de doido. Quem precisa de tratamento é ele. Pois ele que fique.
Quem precisa de tratamento? Olhando assim bem de perto, diria que todo mundo. Não pelas esquisitices que cada um traz guardadas no bolso. Mas pelas dores tantas e tão profundas que, às vezes, nos impedem de caminhar.
Posso ser esquisitíssimo. Sou Feliz? É o que me basta. Não sou? Então, tenho que tomar providências. Porque a vida é muito curta para passar sofrendo, não é não?

A psicoterapia é pescadora de almas. Faz o resgate dos pedaços perdidos pelo caminho. É o processo de reconstrução das falas, dos afetos presos, dos medos e das dores. Isso é coisa de maluco? Amigos, maluca é a vida. Vida é coisa louca.
Não me assusta ser louca. Me assusta é ser infeliz. Imersa na lama de mágoas. Paralisada nas areias movediças dos ressentimentos. A terapia abre portas trancadas, destrava janelas, areja afetos. Deixa entrar luz onde só havia medo e vergonha. Relê histórias antigas, descobre novas versões. Colorimos o que antes era triste bege. Velhos lutos fechados se abrem em nova vida.

(Fonte)

A parábola do lápis

lápis de cor

O Fabricante de lápis falou com cada um de seus lápis dizendo;

– Existem cinco coisas que você precisa saber antes de eu lhe enviar para o mundo.

Sempre se lembre delas e você se tornará o melhor lápis que você pode ser.

– Primeira:
Você poderá fazer muitas grandes coisas, mas só se você permitir-se estar seguro na mão de Alguém.

– Segunda:
Você experimentará um doloroso processo de ser afiado de vez em quando mas isto é exigido se você quiser se tornar um lápis melhor.

– Terceira:
Você tem a habilidade de corrigir qualquer mal entendido que você puder ocasionar.

– Quarta:
A parte mais importante de você sempre estará do lado de dentro.

– Quinta:
Não importa a condição, você deve continuar a escrever. Você deve sempre deixar uma marca clara e legível não importa o quão difícil a situação.

Todos os lápis entenderam, prometendo lembrar-se sempre, e entraram na caixa compreendendo completamente o propósito do seu Fabricante.

Aproveite pra escrever um pouco, mas com um lápis, é tão bom… uma sensação gostosa ver os pensamentos irem saindo na ponta do lápis…para um nada, que existia em uma folha em branco…

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz

 

Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online.

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1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo.

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?

2. Desista da sua necessidade de controle.

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.

“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” (Lao Tzu)

3. Pare de culpar os outros.

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas.

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” (Eckhart Tolle)

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível.

De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” (Elly Roselle)

6. Pare de reclamar.

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar.

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros.

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança.

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” (Joseph Campbell)

10. Esqueça os rótulos.

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” (Wayne Dyer)

11. Abandone os seus medos.

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.

“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” (Franklin D. Roosevelt)

12. Desista de suas desculpas.

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado.

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego.

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas.

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

(Fonte)

O poder de ter e dar

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As únicas coisas que você pode ter de verdade são aquelas que você é capaz de dar. Aquilo que você não é capaz de dar somente o aprisiona.

Você só sabe verdadeiramente algo quando é capaz de ensiná-lo. Você só conhece o amor quando é capaz de dá-lo. Você só conhece a felicidade quando consegue levá-la aos outros.

Você só terá abundância quando acrescentar valor à vida de outros.

Isto não quer dizer que temos que dar tudo que temos, mas, acima de tudo, é a habilidade e disposição para dar que nos traz tudo isso.

Você consegue imaginar algo mais miserável que ter tudo no mundo e não ter com quem dividir?

O que quer que você esteja segurando e escondendo do mundo – suas habilidades, seus pensamentos, sua paixão, seu conhecimento, seu entusiasmo, sua coragem – está segurando você.

As riquezas que você possui, sejam elas materiais, intelectuais ou espirituais, não têm valor nenhum se você não usá-las em favor dos outros.