Quanto maior, melhor

(Barry Spilchuk)

Karen e eu éramos os orgulhosos “Pais do Dia” no jardim de infância do nosso filho Michael. No papel de nosso guia, ele nos levou às salas e nos apresentou a todos os colegas. Participamos da colagem, da costura e passamos a maior parte da manhã na caixa de areia. Foi uma verdadeira bagunça!

– Façam uma rodinha – disse a professora. – É hora da história.

Para não parecermos deslocados, Karen e eu entramos na rodinha junto com nossos novos coleguinhas. Quando acabou a história, chamada Grande, a professora perguntou à entusiástica turma:

– O que faz você se sentir grande?

– Um besouro! – berrou um jovem estudante.

– Uma formiga! – berrou outro.

– Um mosquito! – berrou um terceiro.

Tentando manter um pouco de ordem, a professora pediu que as crianças levantassem a mão para falar. Apontando para uma menininha, ela perguntou:

– O que faz você se sentir grande?

– Mamãe – foi a resposta.

– Como é que a mamãe faz você se sentir grande? – instigou a professora.

– É assim – disse a menina. – Ela me abraça e fala eu te amo, Jessica.

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