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A catadora de vidro

pes descalços

Uma família de cinco pessoas estava passeando um dia na praia. As crianças estavam tomando banho de mar e fazendo castelos na areia, quando, ao longe, apareceu uma velhinha.

Seu cabelo grisalho esvoaçava ao vento e suas roupas eram sujas e esfarrapadas. Resmungava qualquer coisa, enquanto apanhava coisas da praia e as colocava em um saco.

Os pais chamaram as crianças e lhes disseram para ficar longe da velha.

Quando esta passou, curvando-se de vez em quando para apanhar coisas, sorriu para a família, mas seu cumprimento não foi correspondido.

Muitas semanas mais tarde, souberam que a velhinha dedicara a vida …à cruzada de apanhar caquinhos de vidro da praia para que as crianças não cortassem os pés.

Em nossas vidas é assim…algumas pessoas passam a vida inteira nos protegendo sem que saibamos… em troca nem bom dia…quanto mais um obrigado!!!

Mundo Real

(Letícia Thompson)

familia-conectada

Estamos vivendo um período em que procuramos suprir nossas carências no mundo virtual. Damos incondicionalmente do nosso tempo e oferecemos muito de nós. Nos abrimos, enviamos flores virtuais, abraços virtuais, palavras de consolo, infinitos bons dias e boas noites. Trazemos sonhos e oferecemos nossa amizade sem nos questionar.

Sabemos pouco uns dos outros, mas isso não tem importância. Quando a porta do mundo virtual se abre, entramos e não nos preocupamos em saber se existe uma porta de saída. Enquanto isso, ao nosso lado, na nossa vizinhança, na nossa cidade e, mesmo, dentro da família, as pessoas vão sendo deixadas.

Nos esquecemos do bom dia diário, do sorriso luminoso que pode iluminar o dia de alguém, de um olhar sincero do “pode contar comigo” que escrevemos tantas vezes a quem não conhecemos. Mas quando Deus permitiu que a internet fosse criada, foi para que mais portas se abrissem e não que outras fossem fechadas.

Penso que Ele queria que nos abríssemos para o mundo, mas que jamais desejou que nos fechássemos em nossa casa. Então, por que não trocar de vez em quando algum tempo diante do pc por uma boa xícara de café com alguém que conhecemos? No lugar de um e-mail de bom dia que vai ficar guardado numa caixinha virtual, um caloroso bom dia por telefone que vai ficar guardado no coração.

Uma boa gargalhada a dois, três ou mais pode ser ainda mais saudável que uma solitária diante de uma tela. Experimente de vez em quando voltar ao mundo real. Ser uma bênção virtual é enriquecedor e nos traz grandes satisfações. Mas se, além disso, podemos ser uma bênção real e uma real bênção, nossa missão de ser anjos na terra vai estar sendo maravilhosamente cumprida.

(Fonte)

A Lição da Tartaruga

tartaruga

Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira.

Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.

O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos.

Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca.

Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.

Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: “Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga.
Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho.”

Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: “Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável.”
Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranquilamente em minha direção.

Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:
“Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade.”

As Sete Maravilhas do Mundo

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Um grupo de estudantes de geografia estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, aos estudantes foi pedido para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as novas sete maravilhas do mundo. Embora houvesse algum desacordo começaram os votos:

1. A Grande Muralha – China

2. Cristo Redentor – Brasil

3. Petra – Jordânia

4. Taj Mahal – Índia

5. Coliseu de Roma – Itália

6. Chichén Itzá – México

7. Machu Pichu – Peru

Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou à menina se tinha problemas com sua lista.

A menina quieta respondeu:

“- Sim, um pouco, eu não consigo fazer a lista, porque são muitas maravilhas.” O professor disse:

“- Bem, diga-nos que o que você tem, e talvez nós possamos ajudá-la.”

A menina hesitou, então leu:

“- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

1. tocar

2. sentir sabor

3. ver

4. ouvir

Hesitou um pouco e então…

5. sentir

6. rir

7. e amar

A sala então ficou completamente em silêncio.

É fácil para nós, olhar as façanhas do homem. Nós negligenciamos tudo o que Deus fez para nós.

Que você possa se lembrar hoje, daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas.

“Faça tudo de bom que você puder para todas as pessoas que você puder, quando você puder.”

Ninguém muda ninguém

(uma reflexão de Roberto Crema, Psicólogo e Antropólogo do Colégio Internacional dos Terapeutas)

Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.

Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros,
desde que estejamos abertos e livres
para sermos impactados
pela idéia e sentimento do outro.

Você já viu a diferença que há entre as pedras
que estão na nascente de um rio,
e as pedras que estão em sua foz?

As pedras na nascente são toscas,
pontiagudas, cheias de arestas.

À medida que elas vão sendo carregadas
pelo rio sofrendo a ação da água
e se atritando com as outras pedras,
ao longo de muitos anos,
elas vão sendo polidas, desbastadas.

Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar
que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir
um relacionamento próximo com o outro,
é não crescer, não evoluir, não se transformar.

É começar e terminar a existência
com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás,
vejo que hoje carrego em meu ser
várias marcas de pessoas
extremamente importantes.

Pessoas que, no contato com elas,
me permitiram ir dando forma ao que sou,
eliminando arestas,
transformando-me em alguém melhor,
mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas,
com suas ações e palavras
me criaram novas arestas,
que precisaram ser desbastadas

Faz parte…
Reveses momentâneos
servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo,
ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida
como grandes pedras,
cheia de excessos.

Os seres de grande valor,
percebem que ao final da vida,
foram perdendo todos os excessos
que formavam suas arestas,
se aproximando cada vez mais de sua essência,
e ficando cada vez menores, menores, menores…

Quando finalmente aceitamos
que somos pequenos, ínfimos,
dada a compreensão da existência
e importância do outro,
e principalmente da grandeza de Deus,
é que finalmente nos tornamos grandes em valor.

Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira
de excesso para chegar ao seu âmago.

É lá que está o verdadeiro valor…
Pois, Deus fez a cada um de nós
com um âmago bem forte
e muito parecido com o diamante bruto,
constituído de muitos elementos,
mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade,
a de amar…
Mas temos que aprender como.

Para chegarmos a esse âmago,
temos que nos permitir,
através dos relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos
que nos impedem de usá-lo,
de fazê-lo brilhar

Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.

Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e…
os superando.
Ora, esse sentimento simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento…

E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!

Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.

Entre o Ego e a alma

Enquanto pensamos que a morte é o que mais separa as pessoas, o EGO, desde sempre, vem fazendo esse “serviço” muito mais do que ela.

Não há nada que vença o EGO em termos de separação.

E como é que ele age?

- No casamento e nas relações amorosas: Em nome da “incompatibilidade de gênios” homens e mulheres se separam sem darem chance à flexibilidade que faria com que ambos – de comum acordo – cedessem um pouco.
Não! Para o EGO não tem acordo quando se trata de ceder. Seria “rebaixar-se”!
Ele só entende assim.

- Nas amizades: Uma atitude ou palavra mal colocada é, muitas vezes, suficiente para que amigos se separem, deixando cair no esquecimento as tantas coisas boas que fizeram brotar
uma tão valiosa amizade.
Não! O EGO não admite erros nem pedidos de perdão. Seria abrir mão da punição!
Ele só entende assim.

- Nas famílias: Tantos pais, irmãos e filhos se separam só pela necessidade de impor suas vontades, de ver “quem manda aqui”, quem ganha a condição de dono da última palavra. Na maioria dos casos, numa reunião familiar, com um pouco de humildade todos saberiam até onde ir e quando parar.
Não! O EGO quer deter o poder sobre tudo e sobre todos. Limites seriam um caso de obediência!
Ele só entende assim.

- Nas carreiras: Pessoas escolhem seguir a mesma carreira ou carreiras diferentes, e muitas dessas pessoas gastam a melhor parte da sua vida competindo, vigiando, farejando os passos das outras, dada a necessidade de ser “a melhor”.
A consciência de que “o sol nasceu para todos” faria isso parar.
Não! O EGO quer ganhar sempre, custe o que custar. Aceitar vitórias alheias seria fracassar!
Ele só entende assim.

Em toda situação conflitiva que determina separações o EGO se faz presente e sempre quer ganhar.

É nos carros, em brincadeiras desnecessárias; no trabalho, em críticas contra colegas;
nas escolas, em exibições de notas; nas guerras, onde ganhar é questão de vida ou morte;
na vizinhança, em encrencas vulgares, e assim por diante… infinitamente…

Pense em algo similar, não citado aqui, e você notará que nele também está a ditadura do EGO.

Basta que o caso lembrado seja capaz de separar pessoas.
Não! Não é a morte que mais promove essas apartações.
É o EGO, o filho predileto do orgulho!

Sua ALMA e seu EGO ocupam o mesmo “castelo”.
Deixe que sua ALMA seja a rainha vitalícia do lugar!
Ela é aquela parte sua que deseja paz e reconciliações.
O EGO é o mal dentro de você. Dê-lhe um “cala-boca” bem dado.
Assim – e só assim – a vida lhe abrirá as portas da verdadeira e perene felicidade.

Vida breve

Essa nossa vida é tão curta…
O tempo em que ficamos neste mundo é tão breve …

Existem tantas coisas boas, úteis, concretas e que, principalmente, estão ao nosso alcance e as deixamos de lado. Não lhes damos a atenção necessária.

Talvez por não acreditarmos que os momentos e os detalhes são únicos.

Ou talvez por esquecermos que as oportunidades podem ser descartadas, mas dificilmente repetidas.

Vivemos nos queixando pelas grandes obras que não podemos realizar e deixamos de lado aquelas pequenas que nos são possíveis.

Vivemos desejando asas, enquanto nossos pés nos convidam à pisar firmes no chão.

Acreditamos que a nossa felicidade está naquilo que desejamos e deixamos de amar o que possuímos.

Nossa vida é breve e temos muita coisa útil à realizar.

De modo algum justifica-se nossa busca por satisfações efêmeras, enquanto nossa realização está justamente naquilo que já é nosso.

Devemos nos lembrar que passaremos por este caminho, este mundo, uma só vez.

Precisamos, portanto, aproveitar esta oportunidade única, breve…

A Diferença


* Diga o nome das 5 pessoas mais ricas do mundo
* Diga o nome dos últimos cinco vencedores do prêmio Heisman
* Diga o nome das últimas cinco Misses Universo
* Dê 10 nomes de pessoas que ganharam o Prêmio Nobel ou o Pulitzer
* Dê o nome dos últimos 12 ganhadores do Oscar de melhor ator ou atriz

Como foi?

A questão é que a maioria de nós não se lembra das manchetes de ontem. Os nomes perguntados acima não são de pessoas medíocres e sim dos melhores em suas áreas. Mas o aplauso morre, prêmios envelhecem, empreendimentos são esquecidos. Certificados e diplomas são enterrados com seus donos.

Tente este outro teste e veja como se sai:

* Liste alguns professores que o auxiliaram em sua jornada escolar
* Lembre de três amigos que ajudaram você em momentos difíceis
* Pense em cinco pessoas que lhe ensinaram alguma coisa valiosa
* Pense em algumas pessoas que fizeram você se sentir amado e
especial
* Pense em cinco pessoas com quem você gosta de estar
* Liste seis heróis, cujas histórias tenham inspirado você.

Mais fácil?

Moral da história: as pessoas que fazem diferença na sua vida não são as que tem mais credenciais, dinheiro e prêmios. São as que se
importam com você!

Conhece-te a ti próprio e serás imortal

Alguns séculos antes de Cristo vivia em Atenas, o grande filósofo Sócrates. A sua filosofia não era uma teoria especulativa, mas a própria vida que ele vivia. Aos setenta e tantos anos foi Sócrates condenado à morte, embora inocente.

Enquanto aguardava no cárcere o dia da execução, seus amigos e discípulos moviam céus e terra para o preservar da morte.

O filósofo, porém não moveu um dedo para esse fim; com perfeita tranquilidade e paz de espírito aguardou o dia em que ia beber o veneno mortífero.

Na véspera da execução, conseguiram seus amigos subornar o carcereiro (desde daquela época já existia essa prática…), que abriu a porta da prisão.

Críton, o mais ardente dos discípulos de Sócrates, entrou na cadeia e disse ao mestre:

- Foge depressa, Sócrates! – Fugir, por quê? – perguntou o preso. – Ora, não sabes que amanhã vão matar-te? – Matar-me? A mim? Ninguém me pode matar! – Sim, amanhã terás de beber a taça de cicuta mortal – insistiu Críton. – Vamos, mestre, foge depressa para escapares à morte!

- Meu caro amigo Críton – respondeu o condenado – que mau filósofo és tu! Pensar que um pouco de veneno possa dar cabo de mim…

Depois puxando com os dedos a pele da mão, Sócrates perguntou:

- Críton, achas que isto aqui é Sócrates? E, batendo com o punho no osso do crânio, acrescentou: – Achas que isto aqui é Sócrates? … Pois é isto que eles vão matar, este invólucro material; mas não a mim. EU SOU A MINHA ALMA. Ninguém pode matar Sócrates! …

E ficou sentado na cadeia aberta, enquanto Críton se retirava, chorando, sem compreender o que ele considerava teimosia ou estranho idealismo do mestre.

No dia seguinte, quando o sentenciado já bebera o veneno mortal e seu corpo ia perdendo aos poucos a sensibilidade, Críton perguntou-lhe, entre soluços:

- Sócrates, onde queres que te enterremos?

Ao que o filósofo, semiconsciente, murmurou:

- Já te disse, amigo, ninguém pode enterrar Sócrates… Quanto a esse invólucro, enterrai-o onde quiserdes. Não sou eu… EU SOU MINHA ALMA…

E assim expirou esse homem, que tinha descoberto o segredo da FELICIDADE, que nem a morte lhe pôde roubar.

CONHECIA-SE A SI MESMO, O SEU VERDADEIRO EU DIVINO. ETERNO. “IMORTAL…”

Lição Diária

Tente sempre ajudar um amigo necessitado.

Conheça novas pessoas, mesmo que elas pareçam diferentes para você.

Mantenha-se calmo, mesmo quando as esperanças são poucas.

Ame seus amigos, não importando quem são ou como são…

Tente se divertir todos os dias é importante.

Expresse sua criatividade.

Esteja sempre apto a surpresas…

Mas principalmente, exercite o amor!

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